domingo, 23 de outubro de 2011

todo que eu sinto por voce =^.^=


isso e muto facil falar o que eu sinto por voce gatinha:
quando estou do seu lado o tempo passa mais rapido, quando fico em casa sem fazer nada o tempo demora muito(isso e errado), apesar das mancadas que eu dou você ainda fica comigo, açem de linda você me entende, me escuta, me da atenção, tenho todo que eu preciso com você, sou um homem realizado ao seu lado, fica e uma namorada perfeita,te amo tanto e você sabi disso s2 s2 s2 s2 s2 s2 s2 s2 s2 s2 s2 s2 s2

sábado, 22 de outubro de 2011

minha vida futura *----*

eu pretendo ficar junto com minha namorada por muito tempo ela me faz tão bem, gosto dela demais não sei mais o que e ficar sozinho =^.^= a maiorias das coisas que eu tenho ganhei por causa dela. o que eu sinto por ela não tem como explicar; o que eu sinto por ela e tão grande tente multiplicar as estrelas de ceu com as gotas do mar mais ou menos isso o tanto que eu gosto dela, as vezes eu penso que ela não gosta muito de mim, mas ela diz que gosta e que eu e o melhor que esta tendo... eu tenho muita sorte em ter uma namorada roqueira e que goste de mim. traduzindo ela e tudo para mim eu não penso em mais ninguem e em nada a não ser em agradar ela deixar ela feliz ( ou pelo menos tentar ).

gatinha você é muito importante para mim te amo eternamente

sábado, 17 de setembro de 2011

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

depois da ferias

resolvi para por um tempo de postar coisas aqui tava sem inspiração minha vida ta um saco ultimamente.........
tirando a parte mais feliz ( que e quando eu estou com a minha princesa ) o resto eu não desejo nem para meu pior inimigo tenho uma familia possuida pelo capeta inde meu pai so quer que eu me foda e o povo daqui tem uma puta inveja do meu relacionamento co ma paty.......
eu so estou dando valor a pessoas que querem o meu bem que elas são:
1º- a minha namorada
2º- minha madrasta
3º- minha sogra
essas sim sao pessoas que eu realmente faço de tudo para deixar elas felizes.
aff to muito cançado ZZZZzzzzz......... vou ver se amanha eu to mais animado
sayonara mata ashita

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

sábado, 30 de julho de 2011

green day

História
Formação e anos Lookout!: 1987–1993

Mike Dirnt e Billie Joe Armstrong se conheceram aos 10 anos de idade, pouco antes do pai de Billie morrer de câncer. Dirnt foi um dos poucos amigos de Billie que chegou a conhecer seu pai. Quando Mike completou 15 anos, ele se mudou para a casa de Billie e, os dois, para se sustentar, começaram a trabalhar de ajudantes de garçom no Rod's Hickory Pitt. No ano de 1987, Mike e Billie fundaram uma banda, e a batizaram de Sweet Children. O primeiro show deles aconteceu no dia 17 de outubro daquele ano, no Rod's Hickory Pit em Vallejo, Califórnia, onde a mãe de Armstrong trabalhava. Em 1988, Armstrong e Dirnt começaram a trabalhar com o ex-baterista do Isocracy, John Kiffmeyer, também conhecido como Al Sobrante. Kiffmeyer atuou como baterista e gerente de negócios da banda, organizando shows e ajudando-lhes a estabelecer uma base de fãs.

Pouco tempo depois, fizeram um show em um clube chamado Gilman Street, nesta mesma época, Tré Cool tocava na banda The Lookouts. Algum tempo depois, Larry Livermore, dono da Lookout! Records, viu a banda tocar, e logo eles conseguiram assinar contrato com a gravadora. Em 1989, o Green Day grava seu primeiro EP, intitulado 1,000 Hours. Antes de 1,000 Hours ser lançado, eles abandonaram o nome Sweet Children, de acordo com Livermore isso foi feito para evitar confusão com outra banda local, Sweet Baby. Por conta disso, mudaram o nome para "Green Day", nome derivado de uma gíria americana que significa deixar de fazer suas obrigações para ficar fumando maconha o dia todo.

A Lookout! lançaria no início de 1990 o primeiro LP da banda, 39/Smooth. Na sequência mais dois discos lançados, os EP Slappy e Sweet Children, o último incluiu algumas canções antigas que haviam sido gravadas para a gravadora Skene! Records, de Minneapolis. Em 1991, lançaram o álbum 1,039/Smoothed Out Slappy Hours, uma compilação dos EP Slappy, Sweet Children e 1,000 Hours. No final de 1990, logo após a primeira turnê nacional da banda, o baterista Sobrante anunciou sua saída do grupo para frequentar a faculdade. Com a saída de Al, o Green Day chamou um baterista substituto temporário, Dave E.C., que tem créditos na canção "2000 Light Years Away". Quando se preparavam para gravar seu segundo álbum, eles chamaram um outro baterista, Tré Cool agora fazia parte do grupo, e a formação final do Green Day estava completa. A banda saiu em turnê em 1992 e 1993, com uma passagem pela Europa. Em 1992, Kerplunk foi lançado e a reputação da banda cresceu tornando-a mais produtiva da Lookout! Records.
Inovação e sucesso: 1994–1996

Com o sucesso de Kerplunk, o Green Day chamou a atenção das grandes gravadoras, e em abril de 1993 eles deixam sua gravadora e foram contratados pela Reprise Records, depois de atrair a atenção do produtor Rob Cavallo. Refletindo sobre o período, Armstrong disse à revista Spin em 1999, "Eu não poderia voltar à cena punk, ou nós éramos o maior sucesso do mundo ou o maior fracasso… A única coisa que eu poderia fazer era subir em minha moto e seguir em frente." Depois de assinar com a Reprise, a banda começou a trabalhar na gravação de seu álbum de estreia na gravadora, Dookie. Lançado em fevereiro de 1994, e gravado em três semanas, Dookie tornou-se um sucesso comercial, com o apoio da MTV sobre as canções "Longview", "Basket Case" e "When I Come Around", todas que alcançaram a primeira posição na parada musical Billboard Modern Rock Tracks. Naquele ano, o Green Day embarcou em uma turnê nacional, com a banda Pansy Division abrindo o show. Em um concerto no Boston Esplanade no dia 9 de setembro de 1994, houve uma confusão, e no fim do tumulto, 100 pessoas ficaram feridas e 45 detidas. A banda também se apresentou no festival de música alternativa Lollapalooza.

No festival musical Woodstock '94, o Green Day foi convidado para fazer uma apresentação, o evento estava sendo transmitido ao vivo em pay-per-view para todo o território dos Estados Unidos e em vários outros países. A apresentação do Green Day atraiu o olhar de telespectadores para aquela banda de punk rock com cabelos coloridos e letras engraçadas. Mas o que marcou a apresentação foi a guerra de lama realizada pelos integrantes da banda, que incentivavam o público a jogarem lama neles. O palco se viu tomado no verdadeiro caos em meio a músicas e lama voando para todos os lados, tanto que no final do show as pessoas começaram a subir no palco, quebrando a barreira de segurança e, no meio dessa confusão, o baixista Mike Dirnt foi confundido com um invasor e acabou sendo derrubado por um dos seguranças perdendo dois dentes. Mas a apresentação no festival, ainda auxiliado pela publicidade e reconhecimento crescente da banda, ajudou a empurrar o seu álbum para o status de diamante. Em 1995, Dookie ganhou o Grammy Award de "Best Alternative Album" (Melhor Álbum Alternativo) e a banda foi indicada para nove prêmios no MTV Video Music Awards, incluindo "Video of the Year" (Vídeo do Ano).

Em 1995, um novo single foi lançado e incluído na trilha sonora do filme Angus, intitulado "J.A.R.". O single foi direto para a primeira posição na parada Billboard Modern Rock Tracks. A canção foi seguida pelo novo álbum da banda, Insomniac, que foi lançado no outono de 1995. Contudo, o sucesso repentino levou a comunidade punk rock a chamar a banda de vendidos. Insomniac foi uma resposta muito mais agressiva e mais pesada da banda, em comparação com o pop, e mais melódico Dookie. Insomniac recebe uma calorosa recepção da crítica, ganhando 4 de 5 estrelas da revista Rolling Stone. Os singles lançados do álbum foram "Geek Stink Breath", "Brain Stew/Jaded", "Walking Contradiction" e "Stuck with Me". Embora o álbum não tenha chegado nem perto do sucesso de Dookie, ele ainda vendeu dois milhões de cópias nos Estados Unidos. Em 1996, Insomniac rendeu à banda indicações no American Music Awards nas categorias "Favorite Artist" (Artista Favorito), "Favorite Hard Rock Artist" (Artista Favorito de Hard Rock) e "Favorite Alternative Artist" (Artista Alternativo Favorito), e o vídeo de "Walking Contradiction" recebeu uma indicação ao Grammy de "Best Video, Short Form" (Melhor Vídeo, Forma Curta), além de uma indicação de "Best Special Effects" (Melhor Efeitos Especiais) no MTV Video Music Awards. Depois disso, a banda cancelou abruptamente uma turnê europeia, citando a exaustão.
Queda na popularidade: 1997–2002

Depois de fazer uma pausa em 1996, o Green Day começou a trabalhar em um novo álbum em 1997. Desde o início, tanto a banda quanto o produtor Cavallo concordaram que o álbum tinha que ser diferente de seus lançamentos anteriores. O resultado foi Nimrod, que marcou uma mudança de direção para a banda. O novo álbum foi lançado em outubro de 1997. Nele aparece uma variedade de gêneros, como pop-punk, surf rock, ska e uma balada acústica. O sucesso de "Good Riddance (Time of Your Life)", levou a banda à ganhar um MTV Video Music Awards de "Best Alternative Video" (Melhor Vídeo Alternativo) para o vídeo da canção. Os outros singles lançados do álbum foram "Nice Guys Finish Last", "Hitchin' a Ride" e "Redundant".

Em 2000, o Green Day lança Warning, mais um passo no estilo que eles tinham insinuado com Nimrod, neste álbum entrava em cena um estilo mais politizado da banda. Apesar de ter produzido os hits "Minority" e "Warning", alguns críticos chegavam à conclusão de que a banda estava perdendo relevância, e seguido de uma diminuída na popularidade. Apesar de todos os álbuns anteriores do Green Day terem atingido platina dupla, Warning só foi certificado disco de ouro.

No prêmio California Music de 2001, o Green Day ganhou oito prêmios, "Outstanding Album" (Álbum de Destaque) e "Outstanding Punk Rock/Ska Album" (Álbum de Destaque de Punk Rock/Ska) por Warning, "Outstanding Group" (Grupo de Destaque), "Outstanding Male Vocalist" (Vocalista Masculino de Destaque), "Outstanding Bassist" (Baixista de Destaque), "Outstanding Drummer" (Baterista de Destaque), "Outstanding Songwriter" (Compositor de Destaque) e "Outstanding Artist" (Artista de Destaque).

Ainda neste ano, é lançado a coletânea dos maiores êxitos da banda, International Superhits!, seguido da coleção de vídeos musicais International Supervideos!. Em 2002, é lançado a coletânea Shenanigans, que continha alguns b-sides da banda, incluindo "Espionage", que fez parte da trilha sonora do filme Austin Powers - O Agente Bond Cama, que foi indicada para um Grammy de "melhor performance de rock instrumental".
American Idiot e sucesso renovado: 2003–2006

No verão de 2003, a banda entrou em estúdio para escrever e gravar o novo material para um novo álbum, que seria intitulado Cigarettes and Valentines. Após completarem 20 faixas, as fitas master foram roubadas do estúdio. A banda escolheu não tentar recriar o álbum roubado, mas ao invés disso, começou tudo de novo. Em novembro, o Green Day colaborou com Iggy Pop em duas faixas de seu álbum Skull Ring. Em 1 de fevereiro de 2004, uma nova canção, um cover de "I Fought the Law" fez sua estreia em um comercial do iTunes durante o NFL Super Bowl XXXVIII.

Em 21 de setembro, sai o álbum American Idiot, estreando em primeiro lugar nas paradas da Billboard, sendo a primeira vez que um álbum da banda alcança o topo, apoiado pelo êxito do primeiro single do álbum, "American Idiot".
Green Day ao vivo na Alemanha durante a turnê de American Idiot.

O álbum foi anunciado como um "punk opera rock", ou mais corretamente, um álbum de conceito contando a história de personagens como "St. Jimmy", "Jesus of Suburbia" e "Whatsername". American Idiot ganhou o Grammy 2005 de "Best Rock Album" (Melhor Álbum de Rock) e a banda 'varreu' o MTV Music Awards, vencendo um total de sete dos oito prêmios no qual foram indicados, inclusive o "Viewer's Choice Award" (Prêmio Escolha do Público). Até o fim de 2005, a banda fez uma turnê de divulgação do álbum, com cerca de 150 datas — a mais longa turnê de sua carreira — em visita ao Japão, Austrália, e Reino Unido.

As gravações feitas no Milton Keynes National Bowl, em 2005, na Inglaterra, resultaram no lançamento em CD e DVD ao vivo de Bullet in a Bible, lançado em 15 de novembro do mesmo ano. Este álbum contém hits de American Idiot, bem como algumas canções de todos os seus álbuns anteriores, exceto Kerplunk e 1,039/Smoothed Out Slappy Hours. Em 10 de janeiro de 2006, a banda foi premiada com o People's Choice Awards de grupo favorito. Em 2006, o Green Day ganhou o Grammy de "Record of the Year" (Gravação do Ano), com a canção "Boulevard of Broken Dreams", que passou 16 semanas seguidas na primeira posição na parada musical Billboard Modern Rock Tracks, um recorde que partilhava até aquele momento com Red Hot Chili Peppers, com "Scar Tissue" e "It's Been Awhile".

O grupo esteve no filme Live Freaky! Die Freaky!, junto de outras bandas punk da Bay Area, de San Francisco. O filme teve a direção de John Roecker. Nesta época, os integrantes afirmaram que a era American Idiot havia acabado. Ainda em 2006, em parceria com o U2, fizeram uma apresentação juntos e cantaram um cover de "The Saints Are Coming", do The Skids. Todo o dinheiro arrecadado por este single foi doado para ajudar as pessoas atingidas pelo Furacão Katrina, que devastou a cidade de Nova Orleans.
Foxboro Hot Tubs e 21st Century Breakdown: 2007–presente

Em 2007, saiu um cover da canção "Working Class Hero" de John Lennon cantada pelo Green Day, essa música faz parte do álbum Instant Karma, de homenagem a John, em que participaram outros artistas como U2, Aerosmith, Black Eyed Peas, Snow Patrol, Ben Harper, Avril Lavigne, entre outros. A banda tem se envolvido em vários outros projetos de menor dimensão, no tempo após a promoção de American Idiot. No final de 2007, uma banda nova surgiu, e suas músicas foram divulgadas na Internet. Mais tarde, foi divulgado no site oficial do Green Day, que era um "projeto secreto" organizado pelo grupo, que se chama Foxboro Hot Tubs. Eles lançaram um álbum sob o nome desta banda intitulado Stop Drop and Roll!!!. Em 2008, o Foxboro Hot Tubs fez uma mini-turnê para promover o lançamento, atingindo pequenos estabelecimentos da Bay Area, incluindo o Stork Club, em Oakland e Toot's Tavern em Crockett, Califórnia.
Green Day durante um show secreto no Kesselhaus, Berlim, em 7 de maio de 2009.

Em uma entrevista com Carson Daly, a vocalista do Garbage, Shirley Manson revelou que Butch Vig estaria produzindo o próximo álbum do Green Day. O período de quase cinco anos entre American Idiot e 21st Century Breakdown foi o maior intervalo entre os álbuns de estúdio da carreira do grupo. A banda começou a trabalhar em um material novo em janeiro de 2006. Em outubro de 2007, Armstrong tinha 45 canções escritas, mas a banda ainda não mostrava sinais de progresso até outubro de 2008, quando um vídeo do grupo gravando com o produtor Butch Vig no estúdio foi postado no YouTube. Dois vídeos mostrando a banda no estúdio foram postados. O processo de escrita e gravação, abrangendo três anos e quatro estúdios de gravação, foi finalmente concluído em abril de 2009.

O novo álbum, intitulado 21st Century Breakdown, foi lançado mundialmente em 15 de maio de 2009, tendo recebido elogios de Krist Novoselic, da banda Nirvana. O álbum teve um recepção positiva da crítica, principalmente, obtendo uma média entre 4 e 5 estrelas. Após o lançamento, o álbum ficou em primeiro nas paradas em quatorze países diferentes, atingindo ouro ou platina em cada um. O desempenho de 21st Century Breakdown nas paradas é o melhor atingido pelo Green Day até o momento. Cinco singles foram lançados, "Know Your Enemy", "21 Guns", "East Jesus Nowhere", "21st Century Breakdown" e "Last of the American Girls", sendo que este segundo também faz parte da trilha sonora do filme Transformers: Revenge of the Fallen.

No MTV Video Music Awards de 2009, "21 Guns" levou três prêmios, se tornando o videoclipe mais premiado da noite, junto com "Single Ladies" e "Poker Face", de Beyoncé e Lady Gaga, respectivamente. A banda também se apresentou na premiação tocando a canção "East Jesus Nowhere". Já no GRAMMY Awards, a banda levou pela segunda vez o prêmio de Best Rock Album (Melhor Álbum de Rock).
American Idiot: O Musical e nono álbum de estúdio

No dia 20 de Abril de 2010, American Idiot: O Musical estreou na Broadway e Green Day lançou o álbum intitulado American Idiot: The Original Broadway Cast Recording. No álbum há, também, uma canção nova, intitulada "When It's Time".

Durante os "Spike Video Game Awards", foi anunciado que o Green Day lançaria seu próprio jogo, Green Day Rock Band, que foi lançado em Junho de 2010.

A banda está planejando lançar um novo álbum em dois anos, mas nenhuma data específica foi liberada. Eles disseram que vêm escrevendo novas canções. Em uma entrevista com a revista Kerrang, Armstrong comentou sobre o possível novo álbum: "Nós gravamos algumas demos em Berlin, Stockholm, Glasgow e algumas em Amsterdam." Algumas das possíveis músicas do CD já foram tocadas em alguns shows, como Cigarettes And Valentines e Olivia. dia 17 de Dezembro de 2010, foi anunciado que o novo álbum/DVD ao vivo se chama Awesome As Fuck. O disco foi lançado no dia 15 de Março de 2011.
Integrantes
Gráfico com os integrantes

Membros atuais

Billie Joe Armstrong – vocal, guitarra (1987–presente)
Mike Dirnt – baixo, vocal de apoio (1987–presente)
Tré Cool – bateria, percussão, vocal de apoio (1990–presente)

Membros de turnê

Jason White – guitarra, vocal de apoio (1999–presente)
Jason Freese – teclado, piano, guitarra acústica, trombone, saxofone, acordeon, vocal de apoio (2003–presente)
Jeff Matika – guitarra rítmica, vocal de apoio (2009–presente)

Membros anteriores

John Kiffmeyer – bateria, percussão, vocal de apoio (1987–1990)
Dave EC - bateria (1990-1991)

Membros de turnê anteriores

Timmy Chunks – guitarra rítmica (1997–1999)
Garth Schultz – trombone, trompete (1997–1999)
Gabrial McNair – trombone, saxofone tenor (1999–2001)
Kurt Lohmiller – trompete, tímpanos, percussão, vocal de apoio (1999–2004)
Mike Pelino – guitarra rítmica, vocal de apoio (2004–2005)
Ronnie Blake – trompete, tímpanos, percussão, vocal de apoio (2004–2005)

Discografia

Ver página anexa: Discografia de Green Day

Álbuns de estúdio
Ano Álbum Gravadora
1990 39/Smooth Lookout! Records
1992 Kerplunk Lookout! Records
1994 Dookie Reprise Records
1995 Insomniac Reprise Records
1997 Nimrod Reprise Records
2000 Warning Reprise Records
2004 American Idiot Reprise Records
2009 21st Century Breakdown Reprise Records
Referências

↑ a b Rock 'n' Ribs Beginnings.
↑ a b www.greenday.net/hitlistinterviewbj.html Hit List Interview - Billie Joe Armstrong, 18 de julho de 2001
↑ www.greenday.net//livermore.htm. . . (página da notícia visitada em 26 de julho de 2006)
↑ greendayauthority.com: Band Biography – Early Beginnings ((em inglês))
↑ Smith, RJ. "Top 90 Albums of the 90's." SPIN. Agosto de 1999.
↑ Biography Channel - Green Day.
↑ Fricke, David (1999-12-16), "Our Back Pages". Rolling Stone (828/829):85
↑ Green Day Tour Notes. Geek Stink Breath. Página visitada em 2007-07-16.
↑ When I Come Around Facts. Song Facts. Página visitada em 2007-07-16.
↑ a b "Green Day". Behind the Music. Vh1, 2000.
↑ Green Day Authority. "Band Awards - Dookie" "Green Day Authority."
↑ RIAA.
↑ Green Day Authority. Band Awards - Insomniac "Green Day Authority."
↑ Di Perna, Alan. "Young, Loud, and Snotty." Guitar World. Agosto de 1996.
↑ Spitz, Marc. Nobody Likes You. New York: Hyperion, 2006. Pg. 128.
↑ Rock on the net MTV Video Music Award History.
↑ Green Day: Warning (2000): Reviews.
↑ Green Day Authority. "Band Awards - Warning" "Green Day Authority".
↑ Spitz, pg. 152.
↑ Di Perna, Alan. "Combat Rock." Guitar World. Holiday 2004.
↑ Green Day Authority. "Band Awards - American Idiot" "Green Day Authority."
↑ Green Day's Grammy Awards Grammy.com..
↑ About Music Rising. Página visitada em 6 de maio de 2007..
↑ 'Green Day Confirm They Are Foxboro Hot Tubs', MTV News, http://www.mtv.com/news/articles/1585150/20080410/green_day.jhtml
↑ James Montgomery. "Green Day Are In The Studio With Butch Vig For New Album, Online Video Confirms". MTV News. 2008-10-14.
↑ Jonathan Cohen. "Green Day in studio with Nirvana producer". Reuters. 2008-10-14.
↑ "Green Day Reflects On '21st Century Breakdown'". Gantdaily.com. 27 de abril de 2009. (página da notícia visitada em 2009-05-31)
↑ Green Day unveil new album release date. idiomag (2009-03-27). Página visitada em 2009-03-30.
↑ Krist Novoselic: 21st-Century Breakdown Is Green Day at Their Best. Página visitada em 2009-05-27.
↑ 2009 MTV Video Music Awards. Rock on the Net. Página visitada em 2008-10-02.
↑ Grammy Awards 2010. Rock on the Net. Página visitada em 1 Fevereiro 2010.
↑ Green Day : Green Day Say Grammy Win Came At The 'Sweetest Time' - Rhapsody Music Downloads. VH1.com. Página visitada em 2010-08-22.
↑ Kerrang! Green Day new album exclusive!. .kerrang.com. Página visitada em 2010-08-22.
↑ Green Day's live album/DVD currently titled "Awesome as F**k", coming March 22, 2011. The Green Day Authority (2010-12-17). Página visitada em 2010-12-24.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

A história do punk rock

O ínicio
CBGB, casa noturna que é considera por muitos como o berço do punk rock, na qual inúmeras bandas iniciaram a sua carreira.

O punk rock surgiu em meados da década de 1970, mas já é possível achar bandas que faziam algo bem próximo já na década de 1960, como os Stooges (faziam músicas simples e tinham atitudes destrutivas, uma característica punk) e o MC5 (primeira banda a juntar agressividade musical com idéias políticas, outra característica típica do punk), ambas as bandas de Detroit e formadas no final dos anos 60. E antes disso, em 1965, o The Sonics fazia algo muito próximo do punk rock, em termos sonoros. Vale a pena citar também o Velvet Underground, outra banda que influenciou bastante a "primeira geração" punk.

Já nos anos 70, mais precisamente em 1971, foi formado o New York Dolls, e em 1974, o The Dictators, que já eram praticamente punk rock, tanto nas atitudes como no som. Nos anos 70 também começaram a surgir várias bandas por Detroit e Nova Iorque que tocavam em bares locais. Desses bares, destaca-se o CBGB, lugar onde tocavam os Ramones, Talking Heads, Patti Smith, Television, Richard Hell and the Voidoids, The Cramps, Blondie, Dead Boys e muitas outras.

Começava então a surgir, desse pequeno grupo de bandas, o movimento punk.
1977: A explosão do punk rock
The Clash em Oslo, 1980.

Em 1976, os Ramones lançaram seu primeiro disco, auto-intitulado, pela Sire Records. O disco tinha 14 músicas e 29 minutos de duração. As músicas e as letras eram simplissímas, e a velocidade das músicas era apavorante para aquela época. O álbum recebeu poucas, porém boas críticas. O álbum acabou não sendo grande sucesso de vendas, mas os jovens que compraram formariam suas bandas depois.

Na Inglaterra o álbum foi muito bem recebido pelos jovens, que na sua maioria montaram suas próprias bandas, influenciadas pelos Ramones e por outras bandas de garage rock e glam rock. Dentre essas bandas estavam os Sex Pistols, The Clash, The Damned, Wire, U.K. Subs e inúmeras outras. Na Irlanda, Bélgica, Alemanha e na França e também na Austrália, também começaram a surgir várias bandas punks. Nos Estados Unidos surgiam também algumas bandas, como os Germs, F-Word, Avengers, Dead Kennedys, The Weirdos, entre outras.
Sex Pistols, durante uma reunião em 2007.

1977 foi o ano mais marcante da história do punk rock. Saíram inúmeros compactos, surgiam inúmeras bandas (principalmente na Inglaterra e na Irlanda), e também foi o ano em que saiu o primeiro disco do Clash (auto-entitulado), Never Mind the Bollocks do Sex Pistols, Leave Home e Rocket to Russia dos Ramones (esse último considerado por muitos o melhor disco dos Ramones), Live Kicks do U.K. Subs, Pink Flag do Wire, Rattus Norvergicus do The Stranglers e vários outros discos marcantes na história do punk. Em 1978 o punk estava "meio que saindo de moda", mas isso não impediu em nada de ótimos álbuns serem lançados e ótimas bandas surgirem. Desse ano são os clássicos Crossing the Red Sea dos Adverts, o primeiro disco do Members, At Chelsea Night Club, Germ Free Adolescents do X-Ray Spex, e outros.
Os Ramones, durante uma apresentação em 1987.

Já em 1979, o punk rock tinha "sumido do mapa". A maioria das bandas acabava, ou então mudava de rumo (a maioria migrava para o New Wave, que era uma versão mais "açucarada" do estilo e mais comercialmente viável), mas é desse ano que é são os clássicos London Calling do Clash e o primeiro disco de estúdio do U.K. Subs, o Inflamabble Material do Stiff Little Fingers, e também nesse ano que o hardcore começava a surgir, nos Estados Unidos.
Final da década de 1970 e início da década de 1980

Hardcore punk

Bad Brains, uma das principais bandas do hardcore americano.

Ainda em 1978 e 1979, começavam a surgir bandas nos Estados Unidos que levavam o punk rock à um nível mais extremo. Faziam canções ainda mais rápidas, com acordes ainda mais básicos e atitudes mais extremas. Dessas bandas, podemos citar o Dead Kennedys, The Germs, Middle Class, Bad Brains, Black Flag (que mais tarde geraria o Circle Jerks, outra banda importantíssima para o hardcore americano) e também o Minor Threat. No Canadá também havia bandas que faziam um som parecido: o D.O.A. e o Subhumans. Estava evidente que essas bandas fazia algo bem diferente do que faziam em 1977, nos países da Europa e que dessas bandas surgiria um novo estilo: o hardcore punk.

Literalmente, o termo significa algo como "núcleo duro", mas nesse caso seria mais adequada a tradução de algo como "casca grossa". O termo já era usado para designar militantes agressivos, criminosos ou qualquer versão mais extrema ou exagerada de algo e foi adotada por punks como sinônimo de originalidade e radicalismo.

O estilo do hardcore se caracteriza pela presença de guitarras extremamente distorcidas e músicas extremamente rápidas, às vezes não chegando nem à 1 minuto de duração, negação do esquema "verso/refrão/verso" e pelos temas, que normalmente abrangem críticas político-sociais e temas anti-guerra e anti-violência.

Nos EUA, os músicos do hardcore não deram tanta importância ao visual, comparado aos punks da geração anterior, e ao contemporâneos europeus. Normalmente adotavam cortes de cabelo curtos e roupas mais simples.
Wattie, vocalista do Exploited, uma das mais populares e mais importantes bandas de hardcore punk e street-punk da Inglaterra.

Na Europa, também houve uma versão desse novo movimento que surgia nos EUA. O primeiro disco de hardcore a ser lançado por lá foi o Realities of War, da banda inglesa Discharge. O EP era extremamente brutal em termos sonoros e nunca tinha se ouvido nada do tipo até então. Muitos dos que ouviram tal EP montaram uma banda depois, nos mesmos moldes do Discharge. Dentre essas bandas, podemos citar o Disorder, Varukers, Chaos UK e Chaotic Dischord.

Na Inglaterra, ainda havia o Exploited e o G.B.H.. Porém alguns não consideram tais bandas como hardcore, por terem um som um pouco mais "ortodoxo" e terem mais fidelidade ao punk setentista.

Na Finlândia e na Suécia surgiram inúmeras bandas de punk rock e hardcore durante os anos 80, a maioria com grandes influências do Discharge. Entre essas bandas estava o Riistetyt, Kaaos, Rattus e o Tervëet Kädet, na Finlândia e o Anti-Cimex, Shitlickers e Crude SS na Suécia. Essas bandas pegavam a base daquilo que foi feito pelo Discharge e levavam o som ainda mais longe, o tornando muito mais brutal e agressivo em termos sonoros.

Ao contrário dos americanos, na Europa radicalizaram mais ainda o visual. O couro (ou qualquer outro material) preto, arrebites e espetos tomaram conta da indumentária e os cortes de cabelo passaram a ser ainda mais arrepiados e muitas vezes mais longos, em forma de múltiplos cones.

Em outros países europeus como a Alemanha e a Itália também surgiram várias bandas de hardcore nessa época, como o Raw Power e Negazione (italianas) e o Upright Citizens (alemã).

No Brasil, o estilo se popularizou rapidamente, e logo no início do movimento brasileiro já existiam bandas de hardcore como o Olho Seco, Inocentes (apenas na fase inicial), Ratos de Porão e outras. No Brasil, assim como na Europa, se usava um visual agressivo, com jaquetas e coletes de couro (ou qualquer outro material) preto, arrebites, espetos e cabelos arrepiados, que podiam ser tanto quanto curtos como longos.
Streetpunk/Oi!

Stinky Turner, vocalista do Cockney Rejects.

Oi! (ou streetpunk) é uma outra variação do punk rock que surgiu nos final dos anos 70 na Inglaterra com bandas como o Sham 69 (considerada como os pais do estilo), Cockney Rejects, Cock Sparrer, The 4-Skins e outras. O Streetpunk/Oi! era um punk rock vindo dos subúrbios, tinha como ideal ser uma revitalização do punk agressivo, realista, das ruas (por isso o nome "street punk", "punk das ruas", se for traduzido para o português), sem a comercialização e a suavização da new wave. O termo Oi! foi originado no início da década de 1980 pelo jornalista britânico Garry Bushell para designar o streetpunk, termo esse retirado da música dos Cockney Rejects "Oi! Oi! Oi!". Porém, antes disso, no final da década de 1970, a subcultura já existia, liderada por diversas bandas na Europa.

O Streetpunk/Oi! foi associado ao fascismo e ao neonazismo, pois muitos skinheads neonazistas ouviam esse tipo de som e iam aos shows de bandas do estilo. Porém, várias bandas iniciais do estilo como Cockney Rejects, Sham 69, The Oppressed, The Redskins, entre outras, se declararam publicamente contra essa associação.

Stinky Turner, vocalista do Cockney Rejects, em sua autobiografia, descreve um incidente em que os membros da banda e seus roadies se envolveram em uma briga contra membros do British Movement num dos primeiros shows do Cockney Rejects, e o Sham 69 durante um tempo parou de tocar ao vivo, depois que um concerto em 1978 no Middlesex Polytechnic foi interrompido por skinheads neonazistas simpatizantes do National Front que quebraram o palco.

Com o passar do tempo, os skinheads neonazistas se ligaram mais ao RAC do que ao Streetpunk/Oi!.

Anarco punk

Crass, banda pioneira do anarco-punk.

Anarcopunk é uma vertente do movimento punk que consiste de bandas, grupos e indivíduos que promovem políticas anarquistas, surgiu no fim dos anos 70.

Apesar de nem todos os punks apoiarem o anarquismo, o pensamento tem um papel importante na cultura punk, e o punk teve uma influência significativa no anarquismo contemporário. O termo "anarcopunk" é algumas vezes aplicado exclusivamente a bandas que fizeram parte do movimento anarcopunk original no Reino Unido na década de 1970 e 1980, como Crass, Conflict, Flux of Pink Indians, Subhumans, Poison Girls e Oi Polloi. Alguns utilizam o termo mais amplamente para se referir a qualquer música punk com conteúdo anarquista em sua letra. Essa definição mais ampla inclui bandas crust punk e bandas d-beat como Discharge, e podem incluir bandas de hardcore punk dos Estados Unidos, como MDC, artistas de folk punk como This Bike Is a Pipe Bomb ou artistas em outros subgêneros.

Um crescimento no interesse popular ao anarquismo ocorreu durante os anos 1970 no Reino Unido após o nascimento do punk rock, em particular os gráficos influenciados pelo situacionismo do artista Jamie Reid, que desenhava para os Sex Pistols e o primeiro single da banda, "Anarchy in the UK". No entanto, enquanto que a cena punk inicial adotava imagens anarquistas principalmente por seu valor de choque, a banda Crass pode ter sido a primeira banda punk a expor idéias anarquistas e pacifistas sérias. O conceito do anarcopunk foi pego por bandas como Flux of Pink Indians e Conflict. O cofundador do Crass, Penny Rimbaud, disse que sente que os anarcopunks eram representantes do punk verdadeiro, enquanto que bandas como os Sex Pistols, The Clash e The Damned eram nada mais do que "fantoches da indústria musical".
Conflict umas das bandas anarco-punk mais importantes.

Enquanto passavam os anos 1980, dois novos subgêneros da música punk evoluíram do anarcopunk: crust punk e d-beat. O crust punk, e seus pioneiros foram as bandas Antisect, Sacrilege e Amebix. O d-beat eram uma forma de música punk mais bruta e rápida, e foi criada por bandas como Discharge e The Varukers. Um pouco depois, na mesma década, o grindcore desenvolveu-se do anarcopunk. Parecido com o crust punk, porém ainda mais extremo musicalmente (utilizava blast beats e vocais incompreensíveis), seus pioneiros foram Napalm Death e Extreme Noise Terror. Paralelamente ao desenvolvimento desses subgêneros, muitas bandas da cena hardcore punk dos Estados Unidos estavam adotando ideologia anarcopunk, incluindo MDC e Reagan Youth.

Muitas bandas anarcopunk enfatizam uma ética "faça você mesmo" (do it yourself ou DIY em inglês). Um slogan popular do movimento é "DIY not EMI", que em inglês representa uma rejeição a uma grande gravadora (a EMI, no caso). Muitas bandas anarcopunk eram divulgadas na série de LPs Bullshit Detector, lançada pela Crass Records e Resistence Productions entre 1980 e 1994.

Alguns artistas anarcopunk faziam parte da cultura do cassete. Desta maneira, a rota tradicional gravação-distribuição era ignorada, já que as gravações eram feitas para quem enviasse uma fita em branco e um envelope endereçado a si mesmo. O movimento anarcopunk tinha sua própria rede de fanzines punk que disseminavam notícias, idéias e arte da cena. Todas essas fanzines eram DIY, produzindo, no máximo, centenas de unidades, apesar de haver exceções como a Toxic Grafity (sic). As zines eram impressas em fotocopiadoras ou máquinas duplicadoras, e distribuidas à mão em shows punk e por correio. Ainda hoje se pode encontrar diversos exemplares de zines e demais manifestações feitas por anarco-punks.
A resistência Raw punk
Moderat Likvidation, uma das bandas pioneiras da Suécia.

Raw punk (originalmente se escreve Rå Punk) é uma denominação que surgiu em países escandinavos e foi muito usada no início dos anos 80. As bandas do estilo possuíam integrantes que valorizavam muito a cultura punk, usavam visual punk característico, desenvolviam trabalhos que ajudavam a difusão da cultura punk, faziam músicas simples, ou seja, resgatavam tudo da cultura punk de raíz. As letras das bandas retratam os horrores da guerra, ou até mesmo a valorização da cultura punk. A cena raw punk se espalhou em todo o mundo desde a Europa até a América Latina.
Blondie, uma das bandas pioneiras do New Wave.

Assim como o punk recebeu uma versão mais agressiva e mais extrema, o hardcore punk, ele recebeu também uma versão mais "açucarada" e mais comercialmente viável: a new wave.

Pode se dizer que o new wave é, na prática, um punk rock misturado com o synthpop, ou com o funk, disco, pop e glam rock e sem as letras críticas. As letras das bandas de new wave geralmente tratavam de coisas mais "bobas e alegres".

Bandas com estilo visual e musical diversificados se enquadram dentro do conceito "New Wave", de modo que, enquanto umas soavam mais pop, alegres, dançantes e coloridas, outras seguiam uma estética musical mais rock'n'roll, lírico-melancólica, dark e eletrônica (assim como o pós-punk), mas buscando sempre um certo "verniz" pop, de mais fácil digestão auditiva.

Uma das principais características do new wave foi o excesso de sintetizadores e teclados nas músicas (embora nem todas as bandas new wave adicionassem tais instrumentos).

Alguns dos principais nomes do new wave foram o The Smiths, The Cure, The Police, Siouxsie and the Banshees, Pretenders e o Blondie.
Pós-punk

Pós-punk (ou post-punk) refere-se a um dos fenômenos culturais que surgiram após o auge do punk em 1977. Apesar de característico da Inglaterra e Estados Unidos, é comumente definido como um movimento especificamente inglês. Sua influência sobre a música gerou pequenas cenas semelhantes em diversos outros países. De modo geral, é interpretado como uma absorção da ética "faça-você-mesmo" (DIY ou do-it-yourself, em inglês), e do caráter visceral do punk, e ao mesmo tempo como uma negação dos novos rumos que este começava a adquirir — por exemplo, a inflexibilidade do princípio de simplicidade, a absorção dos costumes pela indústria cultural, o aparecimento de "regras" de conduta punk, etc. Na Inglaterra o período é dividido em dois momentos, de 1977 a 1979 e de 1980 a 1983.

O pós-punk é com freqüência e equivocadamente referido como sinônimo para música gótica ou como sinônimo de indie rock. Isso se deve porque o pós-punk criou estes gêneros, pois os artistas do pós-punk adicionaram suas influências livremente no punk rock, como temas líricos, ultra-românticos, abstratos e obscuros. Trata-se da simplicidade e da atitude punk misturado com outros estilos, como os conceitos e a mentalidade da vanguarda artística, que assim como os punks, também usaram da rebeldia na sua época, ao negar os padrões da música através do experimentalismo e criando assim de fato uma música livre, sincera e conceitual.
Bauhaus em um concerto em 2006.

Muitas vezes também se confunde o pós-punk com a new wave, embora seja mais adequado usar o termo "new wave" para as bandas da época com inclinações comerciais e influenciadas pela cultura pop, e o termo "pós-punk" para o lado mais alternativo e experimental.

O início do pós-punk inglês ocorre com a formação das bandas Magazine e Public Image Ltd entre o final de 1977 e o começo de 1978. A primeira liderada pelo ex-vocalista e compositor do Buzzcocks, Howard Devoto, e a segunda pelo ex-vocalista e compositor do Sex Pistols, Johnny Rotten (que a partir de então assumiu seu nome real John Lydon). Ambas foram fundadoras e favoritas do punk inglês e com seus novos projetos assumiam deliberadamente uma postura de ruptura e aversão aos rumos comerciais e dogmáticos. Antes, a também veterana banda punk Wire já evidenciava estruturas mais complexas e melódicas em algumas faixas do seu disco de 1977, Pink Flag (que é tido até hoje como um clássico e um dos melhores álbuns da "primeira geração" punk). disco de estréia do Public Image Ltd, First Issue, de 1978, John Lydon introduz algumas das principais características do pós-punk: o destaque em primeiro plano para o baixo, a guitarra como uma espécie de segunda voz (em vez do uso de riffs como base para o cantor) e as letras cheias de cinismo e existencialismo. O Magazine, com seu disco de estréia, também de 1978, Real Life, inaugura outras essenciais características do estilo ao usar sintetizadores para criar uma ambientação gélida e espaço vazio, cantar com uma voz ácida e construir melodias mais emotivas.

Nos Estados Unidos, uma tendência para uma música mais introspectiva, e ao mesmo tempo influenciada pelo "faça-você-mesmo" e a antitécnica, já era desenvolvida paralela ao punk. Dois grupos da primeira geração punk norte-americana, Television e Patti Smith, eram obviamente distintos dos seus companheiros Ramones e Blondie, e demonstravam os elementos, pelo menos conceituais, do pós-punk inglês. É também dos Estados Unidos o grupo Rocket From the Tombs, que daria origem à banda punk Dead Boys e ao extremamente influente sobre o pós-punk, Pere Ubu. O primeiro mini-disco do Pere Ubu, Datapanik In the Year Zer', de 1978, inaugura o interesse pelo surrealismo, a experiência com vocais bizarros e melodias ao mesmo tempo kitsch e extremamente enigmáticas. O disco de estréia, The Modern Dance, do mesmo ano, é um marco porque introduz o interesse pela experimentação de ruídos, colagens e efeitos sonoros nunca explorados pelo punk, além de substituir a poética objetiva pela abstração ambígua. O pós-punk americano, apesar de ser análogo ao inglês, não teve o mesmo significado.

O punk americano, no que diz respeito a relação com a sociedade, era superficial comparado à atitude niilista e negativa dos punks ingleses, desta forma não havia, para a maioria, grandes problemas com a explosão de bandas "simpáticas" e comerciais (os veteranos americanos do Blondie eram desde o começo representantes desta postura) e conseqüentemente não haveria uma "morte do punk" de onde o pós-punk surgiria. O pós-punk norte-americano se desenvolveu paralelamente ao punk, tendo suas bases numa longa tradição de músicos experimentais como Velvet Underground, Captain Beefheart, Frank Zappa e Yoko Ono, e não os destroços do punk.

Dos principais nomes do Pós-punk, podemos citar o Public Image Ltd, Magazine, Mekons, The Fall, Wire, Joy Division, Bauhaus,The Smiths, Killing Joke, Gang of Four (inglesas) e os Big Black, Savage Republic, Swans, Sonic Youth e Pere Ubu (americanos).

A partir dos anos 80, uma série de mudanças culturais e fatos marcantes acabaram determinando a diluição do pós-punk em novos estilos.
A resistência raw punk
Moderat Likvidation, uma das bandas pioneiras da Suécia.

Raw punk (originalmente rå punk) é uma denominação que surgiu em países escandinavos e foi muito usada no início dos anos 80. As bandas do estilo possuíam integrantes que valorizavam muito a cultura punk, usavam visual punk característico, desenvolviam trabalhos que ajudavam a difusão da cultura punk, faziam músicas simples, ou seja, resgatavam tudo da cultura punk de raíz. As letras das bandas retratam os horrores da guerra, ou até mesmo a valorização da cultura punk. A cena raw punk se espalhou em todo o mundo desde a Europa até a América Latina.
Década de 1990: pop punk

Green Day, uma das mais conhecidas e mais influentes bandas de pop punk dos anos 90.

O pop punk foi o principal responsável pelo sucesso e revivalismo do punk rock na década de 1990, e tinha como seus principais nomes as bandas Green Day, The Offspring, Blink-182 e outras, muito embora as duas primeiras tenham começado como parte do movimento punk, em pequenas gravadoras.

Green Day foi e é banda com mais sucesso no pop punk da década de 90, sabendo impor sua opinião, por exemplo,a respeito do governo de Bush.

O estilo nasceu na costa oeste americana pelo final dos anos 1980 e início dos anos 1990, principalmente na Califórnia, iniciada por adolescentes influenciados pela música punk da década anterior e um pouco pelo som do grunge, apesar de não adotarem a atitude dos mesmos e não fazerem parte do movimento punk.

A sonoridade do pop punk se caracteriza por uma batida de punk rock bem mais leve que a original, contrabaixo com arranjo independente e guitarras em harmonia, com direito a solos curtos, porém seguindo regras musicais, campo harmônico, melodias agradáveis, entre outros. É um gênero muito polêmico. As letras falam sobrenamoro, decadência americana, país, governo, etc.

No visual do pop punk usa-se bastante calças folgadas, bermudas, camisas de malha, tênis, roupas da moda ou de marca, cabelo espetado ou careca, boné ou touca, piercings e tatuagens.

O sucesso comercial do estilo abriu várias portas para algumas bandas antigas de punk rock dos anos 1970 ou 1980 voltarem à atividade e foi um dos principais responsáveis pelo sucesso do estilo nessa época.
O movimento punk no mundo Brasil

Cólera, uma das primeiras e mais importantes bandas punks do Brasil.

O movimento punk no Brasil surgiu no final da década de 1970. O precursor foi o guitarrista Douglas Viscaino, que fundou a banda Restos de Nada, primeira banda punk brasileira em meados de 1978. Nessa época surgiu uma legião de bandas com o mesmo molde que juntas formaram o movimento punk. Entre elas as bandas: AI-5, Condutores de Cadáver, Cólera em São Paulo, Aborto Elétrico em Brasília.

Desde 1976 e 1977, alguns roqueiros "mais antenados" já ouviam e tinham acesso aos discos dos Ramones, Sex Pistols, Clash e Stranglers, e também das bandas pré-punk como o MC5 e os Stooges. Porém foi só em 1978 que começaram a surgir bandas e gangues punks no Brasil. Os primeiros shows punks iriam ocorrer apenas em 1979.

Durante o final da década de 1970, havia duas lojas que os punks freqüentavam e nas quais compravam seus discos: a Wop Bop e a Punk Rock Discos (do Fábio, da banda Olho Seco, e no lugar onde mais tarde foi construída a Galeria do Rock). Como a maioria dos discos era importada e muito cara, era extremamente difícil conseguir material das bandas. Isso motivava a troca de materiais por meio de fitas caseiras.

Um dos principais discos que influenciou o surgimento do punk rock no Brasil foi a coletânea da A Revista Pop Apresenta o Punk Rock, uma coletânea que continha 12 músicas de bandas como Sex Pistols, Ramones, Ultravox, London, Stinky Toys e outras. Os discos do Clash, dos Ramones e dos Sex Pistols também foram muito ouvidos, fora os discos do Stiff Little Fingers e do U.K. Subs, nos primórdios do movimento no Brasil. Nos anos 80, outras bandas como o Discharge, Exploited, Dead Kennedys e algumas bandas finlandesas como o Riistetyt e o Rattus ficaram bem populares e cairam no gosto da grande maioria dos punks brasileiros.

O primeiro disco de punk rock a ser gravado aqui foi a coletânea Grito Suburbano, que reunia três bandas: Cólera, Olho Seco e Inocentes. Eram também para ter participado da coletânea a banda Anarkólatras e o AI-5, mas devido a alguns problemas na gravação essas bandas acabaram "ficando de fora". A qualidade e a produção do disco é bem mediana, porém foi um disco corajoso, ousado e revolucionário para a época.

O primeiro disco punk de apenas uma banda, foi o EP Violência e Sobrevivência, do Lixomania. Hoje em dia, esse álbum pode ser encontrado em vinil por preços absurdos, variando de 100 até 700 reais.

Nos anos 1980 o punk explodiu no Brasil e surgiam inúmeras bandas em vários cantos do país, tanto no Rio Grande do Sul com Os Replicantes e Pupilas Dilatadas, no Nordeste com a banda Homicídio Cultural e também em São Paulo, ABC e Rio de Janeiro, com as bandas Hino Mortal, Garotos Podres e Ulster (ABC), Ratos de Porão, Psykóze e Fogo Cruzado (São Paulo), e no Rio de Janeiro Desordeiros e Espermogramix.

Devido a grande violência e brigas geradas pelas gangues punks, os jornais, noticiários e a mídia em geral começou a ver o movimento e os punks com maus olhos, criando até mentiras que desmoralizaram o movimento. Isso fez com que a maior parte da população ter uma imagem errada dos punks, e também os policias e militares terem atitudes mais radicais com os punks e a repressão entre eles aumentou. Atualmente, devido uma série de ocorridos semelhantes, os punks andam sofrendo uma série de "pequenos preconceitos", por parte da grande parte da população e pelos jovens mais fechados.

O movimento punk no Brasil seguiu firme e forte, mesmo com todas as dificuldades, e foi crescendo, e hoje praticamente todas cidades brasileiras tem uma cena punk e o movimento brasileiro é considerado um dos maiores do mundo, com muitas bandas brasileiras indo tocar na Europa em festivais importantes.

A década de 90 foi de grande importância na cena punk de Minas Gerais. Surgem bandas como: Consciência Suburbana, Anti-Sistema Repressor e etc. Sem contar com a banda Attack Epileptico, que foi a primeira banda de Grindcore no Brasil.
Subgêneros do punk rock

Estilos mais undergrounds e mais apreciados no movimento punk

Hardcore punk: Uma versão mais agressiva, mais rápida e mais crítica do punk rock. Começou nos EUA no final dos anos 1970.
Anarco-punk: Punk rock com temáticas anarquistas radicais. As bandas levam a ideologia anaquista com seriedade e não só fazem músicas com esse tema, como também põe as atitudes em ação. É uma versão com mais formação, seriedade, e radicalismo do movimento punk.
Crust punk: Também conhecido como Crustcore, se assemelha muito ao grindcore e diminui consideravelmente a influência das estruturas musicais do thrash metal, punk rock e hardcore punk. As letras das bandas de crust punk se assemelham muito com as do anarco-punk.
Streetpunk/Oi!: Foi o revivalismo do punk rock dos anos 1970. Tinha temáticas realistas e críticas. Começou no final dos anos 1970 com bandas como o Sham 69 e o Cockney Rejects.
Raw punk: Originalmente Råpunk , é um termo usado para bandas suecas do início da década de 80, como Moderat Likvidation, Disarm, Anti-Cimex, Crude SS e etc. Uma das características do raw punk é a valorização do punk como cultura. Usam sempre um visual agressivo, com jaquetas de couro rebitadas, cabelos espetados e coloridos. O rawpunk surgiu no Brasil em 1996 com a banda Luta Armada. A cena rawpunk é muito grande no estado de São Paulo, e vai se estendendo pelo resto do brasil, estados como Rio Grande do Sul, Brasília e Pernambuco.
Psychobilly: Mistura entre o punk rock dos anos 1970 e o rockabilly dos anos 1950 e letras com temas inspirados em filmes B, horror, zumbis, sexo, drogas, alucinações, mortos e pervessões.

Estilos mais "comerciais" e que se distanciam ou não possuem a ideologia punk original

Grunge: Movimento revolucionário dos anos 90, tendo como pioneiros a banda Nirvana. Com um estilo bem pesado em seus primeiros álbuns (Bleach), a banda caracterizava perfeitamente o Punk Rock das décadas de 70 e 80, lembrando muito bandas como The Clash e Sex Pistols.
New Wave: Uma versão mais "açucarada" e mais comercialmente viável do movimento punk. Teve sucesso no final dos anos 1970 e no ínicio da década de 1980.
Pós-punk: Uma versão mais experimental e alternativa do estilo. Se iniciou no final dos anos 1970 e se diluiu em diversos estilos nos anos 1980.
Pop Punk: Uma versão mais "adolescente" e na maiorias das vezes desprezada pelos punks tradicionais. Teve início no final dos anos 1980 na Califórnia e atingiu o sucesso nos anos 1990 com temas que falam sobre namoro, skates, garotas, colégio, bebidas e tudo que envolve os adolescentes americanos de classe média alta.
Skate punk: É basicamente hardcore punk, porém com temáticas mais ligadas ao skate e outros esportes radicais.

terça-feira, 26 de julho de 2011

All By Myself

I was alone
I was all by myself
No one was looking
I was thinking of you
Oh yeah, did I mention
I was all by myself

All by myself
All by myself
All by myself

I went to your house
But no one was there
I went in your room
I was all by myself
You and me had
Such wonderful times
When I'm all by myself
All by myself
All by myself

Apenas Comigo Mesmo

Eu estava sozinho
Eu estava apenas comigo mesmo
Ninguém estava olhando
Eu estava pensando em você
Ah, e eu te contei
Eu estava apenas comigo mesmo

Apenas comigo mesmo
Apenas comigo mesmo
Apenas comigo mesmo

Eu fui à sua casa
Mas ninguém estava lá
Eu fui ao seu quarto
Eu estava apenas comigo mesmo
Você e eu tivemos
Momentos tão maravilhosos
Quando eu estou apenas comigo mesmo, apenas comigo mesmo.
Apenas comigo mesmo
Apenas comigo mesmo

domingo, 24 de julho de 2011

basket case

Basket Case

Do you have the time to listen to me whine
About nothing and everything all at once
I am one of those
Melodramatic fools
Neurotic to the bone
No doubt about It

Sometimes I give myself the creeps
Sometimes my mind plays tricks on me
It all keeps adding up
I think I'm cracking up
Am i just paranoid?
Or am I just stoned

I went to a shrink
To analyze my dreams
She says it's lack of sex that's bringing me down
I went to a whore
She said my life's a bore
So quit my whining 'cause it's bringing her down

Sometimes I give myself the creeps
Sometimes my mind plays tricks on me
It all keeps adding up
I think I'm cracking up
Am I just paranoid?
Uh, yuh, yuh, ya

Grasping to control
So I better hold on

Sometimes I give myself the creeps
Sometimes my mind plays tricks on me
It all keeps adding up
I think I'm cracking up
Am i just paranoid?
Or am I just stoned

caso perdido

Você teria tempo pra me ouvir reclamar?
Sobre nada e tudo, tudo de uma vez
Eu sou um desses
idiotas melodramáticos
Neurótico até os ossos
Sem dúvida sobre isso
As vezes eu mesmo me dou sustosAs vezes minha mente prega peças em mimTudo isso continua se somando
Eu acho que estou pirando
Sou só um paranoico?
Ou eu só estou chapado?
Eu fui a um psicólogo
Para analisar meus sonhos
Ela disse que é a falta de sexo que está me deprimindo
Eu fui a uma "prostituta"
Ela disse que minha vida é um saco
Pra eu parar de reclamar porque estava entediando-a
Fugindo do controle
Então é melhor eu me segurar.

X-Japan-I.V (Full Music)

Miyavi - JIBUN KAKUMEI

sexta-feira, 22 de julho de 2011

j-rock

.•¤ A HISTÓRIA DO JROCK¤•.


Japanese rock (em japonês: 日本のロック nihon no rokku)não é só uma forma de música, mas um nicho musical que abriga vários estilos. Freqüentemente abreviada para "j-rock" ou "jrock" da mesma forma que o "J-pop" ou "jpop" é usado como abreviatura de Japanese pop.

O rock Psicodélico foi inventado em 1960 por americanos e britânicos que agiam como indivíduos “anti-cultura”. Chegando no Japão, o rock psicodélico ganhou um diferente sabor. Anteriormente era conhecido pelo uso de drogas dos “músicos” , a música sob o impacto das drogas, mas os j-rockers tendiam a ser contra as drogas, ou até mesmo ser inflexivelmente anti-drogas (por exemplo, Kosugi Takehisa, Haino Keiji, Nanjo Asahito).

A primeira aparição do rock psicodélico no Japão foi do meio para o final dos anos 60. Algumas bandas Group Sounds imitaram seus heróis Anglo, incluindo The Golden Cups, The Tempters, The Mops, The Dynamites e Jacks, cujas músicas “Karappo No Sekai” e “Marianne” foram duas das primeiras gravações do país.
Como no Reino Unido e nos EUA, a cena do rock psicodélico foi ligada a um movimento político envolvendo jovens, estudantes corajosos. Um boom economico trouxe muitas pessoas jovens para a universidade, onde abundavam políticos radicas . Cental a esse movimento, surgindo das revoltas dos estudantes de Kyoto nos tardios anos 60, estava a banda Les Rallizes Denudés e Taj Mahal Travellers, seguidos por Lost Aaraaff.
Nos anos 70, compositores como Kazuki Tomokawa e Kan Mikami se tornaram populares. Como nos EUA e no Reino Unido, o rock Japonês gerou uma cena folk-rock, liderados por Magical Power Mako. Ao mesmo tempo, o rock radical progressivo estava evoluindo, com bandas nitidamente japonesas como After Dinner e YB02, Kenso e KoenjiHyakkei.
Nesse meio tempo, surge o chamado “ Jrock Clássico” dos anos 80: BØOWY e X JAPAN
A primeira a surgir foi, BØOWY, foi formada em 1982.


BØOWY.


A música deles era inovadora para os anos 80, uma mistura de pop/glam e punk rock, e até mesmo o nome da banda é uma homenagem a um artista desse meio, David Bowie. Eles foram a 1° banda de Jrock que realmente fez um sucesso estrondoso mostrando que o Jrock deles eram mais que uma moda passageira. A banda se separou depois de 6 anos de atividade , mas o vocalista Himuro Kyosuke e a guitarrista Hotei Tomoyasu continuaram juntos numa carreira solo altamente influente, especialmente Hotei que muitas pessoas conhecem como a compositora da canção tema do filme Kill Bill ("Battle Without Honor or Humanity").

No mesmo ano de formação do BØOWY surgiu X-renomiado pra X JAPAN pois havia uma banda norte-americana já com o mesmo nome. Enquanto o BØOWY seguiu o caminho do Glamrock o X decidiu trilhar o caminho do metal.


X Japan.


O visual e o som deles no começo da carreira de certa forma chamavam muita atenção, abusaram do laquê, maquiagem e de um som extremamente pesado para a épocata. Músicas como “I'll kill you” “kurenai” “Alive” “WEEK end” e “blue BLOOD” marcaram uma época, mas o que dizer também da clássica “X” tema de abertura do OVA do mega-série da Clamp X-1999 , suas baladas que arrastaram milhares de pessoas ao TOKYO DOME e ao V-SPORTS , “Say Anything” , “Forever Love” e épica música de 30 minutos- “Art of Life”- com baladas perfeitamente orquestradas com uma influência de Schubert
No final dos anos 80 bandas populares de rock como X Japan ajudaram a definir a estética Visual Kei no rock japonês e na música pop. “Visual Kei” é frequentemente usado no Ocidente como uma parte japonesa da cena musical do Rock. No entanto, a rigor, “Visual Kei” não é definido pelo seu som (o que pode ou não ser “rock”) mas sim pela aparência da banda.

Um movimento marginal (aqui marginal é usado como o que fica a margem, que rodeia e não como marginal de delinquente) nos tardios anos de 1980 no rock japonês alternativo tomou a forma de”rock noise”, um som popularizado por bandas como Boredoms.


Boredoms.


O J-Rock consite em varias vertentes dentre elas a mais famosa que é o Visual Kei.

.•¤ VISUAL KEI ¤•.


Visual kei (em Japonês: ヴィジュアル系 visual kei/bijuaru kei, "linhagem visual" ou "estilo visual"), ou visual j-rock, é um movimento musical que surgiu no Japão na década de 1980.
Consiste na mistura de diversas vertentes musicais como rock,metal e, muitas vezes, uso de instrumentos relacionados à música classica, tais como violino, violoncelo e piano. Uma das peculiaridades desse movimento é a ênfase na aparência de seus artistas, muitas vezes extravagante, outras vezes mais leve, mas quase sempre misturada com a androginia, e shows chamativos. No visual kei a música anda sempre ao lado da imagem e vice-versa.
Algumas bandas consideradas pioneiras do visual kei são,X JAPAN, D'EARLANGER, NIGHTMARE, DEAD END, BUCK - TICK, KAMAITACHI e COLOR. O movimento teve seu auge em meados da década de 1990, quando bandas como
BUCK - TICK,


X JAPAN,


LUNA SEA,


KUROYUME,


MALICE MIZER,


SHAZNA ,


E outras conquistaram o público e o mercado japonês. Mais tarde, durante os anos 2000, bandas como

MOI DIX MOI,


D'ESPAIRS RAY,


BLOOD,


KAGEROU,


KAGRRA,


ONMYO-ZA ,


NIGHTMARE,


MIYAVI ,


E THE GAZETTE


Iniciaram campanhas oficiais na Europa e em alguns países das Américas, lugares onde hoje em dia também já existe uma base sólida de fãs do movimento.

Apesar de ser um termo a princípio referente à imagem das bandas, "visual kei" pode referir-se também à música das mesmas, uma vez que várias delas produzem ou produziram músicas de sonoridades que não se encaixam em outros rótulos existentes.
Algumas das sonoridades clássicas do visual kei teriam se caracterizado entre as décadas de 1980 e 1990, consolidando-se na última. Tais sonoridades teriam sofrido influências de estilos musicais como hard rock, punk rock, pós-punk, ska, etc e incluem características, entre outras, como:
• Guitarra executando notas limpas (ou com um efeito de overdrive muito leve) com freqüência;
• Guitarra executando riff com notas mortas com freqüência;
• Linhas de baixo proeminentes, freqüentemente trabalhando com grooves e fraseados que conduzem a base da harmonia enquanto as guitarras preenchem a mesma e incrementam o ritmo da canção;
• Alguns trabalhos que primam pela polifonia entre duas ou mais guitarras e um baixo, de modo que cada instrumentista evite apenas repetir a mesma linha de outro, buscando consideráveis variações rítmicas e/ou harmônicas;
• Em termos de ritmos de bateria, o visual kei utiliza diversos, de acordo com a necessidade de cada música, buscando referências em suas variadas influências. Exemplos de alguns ritmos mais comumente usados podem ser encontrados nas músicas supracitadas.
• Outra característica notável são os tipos de melodias utilizadas. De fato, a música japonesa em geral parece trabalhar com melodias que normalmente diferem consideravelmente de padrões melódicos ocidentais. No j-rock (e, conseqüentemente, também no visual kei), essas melodias são marcadas por características como variação e alcance de notas consideravelmente distantes (por vezes, com mudanças súbitas) e emoções mais intensas ou que percorram caminhos notavelmente diferentes (mais melancólicos, por exemplo) do que os de melodias ocidentais;

Já existia uma boa variação de estilos entre as bandas visuais até a década de 2000. Após o início da mesma, tal variação cresceu ainda mais, buscando novas e ainda mais diversificadas fontes de inspiração. Entre diversos casos, pode-se citar o do grupo Kagrra, que combinou o rock do visual kei com música tradicional japonesa e deu origem ao que chama de "neo-japanesque"; o do Merry, que mistura em seus trabalhos elementos de jazz, punk e rock’n’roll tradicional; e o de Miyavi, que desenvolveu um estilo solo onde realiza diferentes funções ao mesmo tempo como cantar, tocar violão com técnicas pouco comuns na utilização do mesmo como slap e executar percussão em um gigpig e/ou no corpo do próprio violão. Adiante, Miyavi combinou este estilo a uma abordagem mais pop e hip hop, contando com o apoio de uma banda que inclui DJ, MC/beatboxer e sapateador, gerando o que ele nomeou como "neo vizualism".
Um caso que parece já ter servido de inspiração para diversas outras bandas é o do Dir en Grey. Em 2002, o grupo começou a adicionar elementos do nu metal à sua música, característica que prevalece até hoje em seus trabalhos. Na mesma época, o MUCC começou a fazer uma mistura semelhante, porém com outra roupagem. No entanto, devido a semelhanças sonoras que abrangem, por exemplo, padrões de riffs e linhas vocais, é possível que tenha sido o Dir En Grey o grupo inspirador de bandas como The Gazette, Girugämesh, Rentrer En Soi e Sadie (que inclui ex-roadies do Dir En Frey).
O visual kei sempre foi um movimento dinâmico e com o tempo foi ganhando variadas vertentes.

Como visual kei é um termo que não denomina diretamente um determinado tipo de musicalidade, uma parte da comunidade utiliza outros termos que denominam subgêneros na hora de explicar características da música. Porém, como uma parte dessas divisões foi concebida apenas pela aparência externa, não devem ser utilizadas como uma divisão rígida da música. Esses gêneros se diversificaram a partir da segunda metade da década de 1990, mas foram sendo "selecionados" e recentemente alguns caíram em desuso. É característico que um gênero, ao expandir sua influência, acabe causando a perda de popularidade dos demais gêneros de forma rápida. Também é comum haver uma separação de gêneros por regiões.


.•¤ KOTEVI KEI ¤•.


Gênero interpretado e tido como um dos mais proeminentes, ao menos na década de 1990. Pensa-se que o nome foi dado como antônimo de "soft visual kei".
O kotevi kei tem tendência a dar mais ênfase à presença de palco do que a performance musical em si, sendo caracterizado pelo uso de roupas esplendorosas e vistosas. As bandas atuam predominantemente na cena indie (independente), com poucos grupos atuando como major. A primeira fase de Dir en grey é um exemplo de kotevi kei que chegou a atuar como major. Kotevi kei também é freqüentemente chamado de "kote kei". Embora seja comumente tratado como o contrário do soft visual kei, ambos os estilos têm origem na cidade de Osaka e fizeram sucesso em épocas próximas, tendo, portanto, diversas semelhanças.
Dentro do kotevi kei podemos distinguir ainda o "kuro kei (grupo preto)" e o "shiro kei (grupo branco)". O kuro kei é caracterizado pelo seu som pesado e obscuro e por suas composições mais rápidas, enquanto que o "shiro kei" é voltado para um som melodioso e composições "limpas". A banda responsável pela criação do shiro kei seria L'Arc~en~Ciel, que, no começo de sua carreira, costumava se apresentar com a cor branca em destaque em suas roupas.Além disso, L'Arc~en~Ciel tocava músicas com características dos sons visual kei, mas não tão pesadas e agressivas quanto os trabalhos de alguns de seus contemporâneos do mesmo movimento.


Dir En Grey Kotovi Kei

.•¤ KUROFUKO KEI ¤•.


Segundo o nome, é um estilo cuja base é formada pelas roupas com elementos pretos. Refere-se a bandas do final da década de 1980 e da primeira metade da década de 1990, que possuíam um estilo mais obscuro, com possível referência ao gótico. Não é comum usar o termo "kurofuku kei" para se referir às bandas que utilizavam roupas compostas por esmalte.
Diz-se que Youka é a banda precursora deste movimento. Também se encaixam neste estilo Buck - Tick, Luna Sea, Zi:Kill, Juroyume eBy-Sexual (ao menos, no início de suas respectivas carreiras).
Há diversas bandas que tentaram seguir o kurofuku kei. Ao se comparar com o kotevi kei, a maquiagem é pouca, e é comum usar maquiagens que dêem uma imagem mais obscura.


BUCK-TICK KUROFUKO KEI

.•¤ SOFT VISUAL KEI ¤•.


Conforme o nome, são bandas que utilizam como fundamento roupas pouco chamativas e maquiagem leve (por exemplo, apenas base). É o estilo de visual que possui o maior número de fãs homens. Surgiram com força no final da década de 1990, com diversas bandas atuando como major ou próximos disso, ao contrário do kotevi kei, que ganhava destaque na cena indie, na época. Alguns exemplos de bandas de soft visual kei são GLAY, SIAM SHADE, SOPHIA,JANEE DA ARC e SID (ao menos, no início de suas respectivas carreiras). O estilo teria entrado em "vias de extinção", juntamente com o kotevi kei, no início do novo século.


JANNE DA ARC SOFT VISUAL KEI

.•¤ OSHARE KEI ¤•.


Encaixam-se neste rótulo bandas que se vestem com roupas "fashion" (com mais pormenores e mais vistosas). Esses grupos explodiram na cena indie entre 2002 e 2004, quando a influência das bandas kotevi kei começou a cair (no final de 2001, Dir en grey começou a distanciar-se bruscamente do kotevi kei, por exemplo). Diz-se que este movimento tem suas raízes nos trabalhos do BAROQUE.
Os grupos de Oshare Kei remetem ao visual escolar podendo muitas vezes usarem uniformes escolares durante suas apresentações.
No oshare kei, é comum ouvir composições mais pop e "coloridas" do que as de outras bandas, incorporando uma tendência de um ritmo mais variado. Bandas representativas são AN CAFÉ, AYABIE, CHARLOTTE, AICLE, entre outras.


AN CAFÉ OSHARE KEI

.•¤KOTEOSA KEI ¤•.


Tornando-se popular a partir de 2005, é percebido com um estilo para o qual o oshare kei teria "evoluído". Tanto pela aparência quanto pela música, pode-se pensar que é resultante da fusão de oshare e kotevi kei. Exemplo de uma banda é LM.C


LM.C KOTEOSA KEI

.•¤IRYOU KEI¤•.


Nome dado às bandas que chegaram a usar aparência que remete a uma atmosfera médica, como roupas de hospital, gazes ou curativos de olhos. Pode-se citar como exemplos PIERROT, MALICE MIZER e LA'MULE Até mesmo no cinema e na literatura há casos de obras que usaram cenários escuros como os que existem nos hospitais, e estas bandas chegaram a utilizar tais elementos para representar sua música nesta atmosfera. As composições seriam obscuras e remeteriam a locais sombrios e úmidos.


La'Mule IRYOU KEI

.•¤NAGOYA KEI¤•.


Um dos termos genéricos usados para designar as bandas de visual kei cujas atividades se concentram nos arredores de uma determinada cidade ou região japonesas, no caso, Nagoya. O exemplo mais representativo do nagoya kei é Kuroyume. Essas bandas ganharam força por volta de 1990 e prosperaram no cenário de gravadoras independentes. Também houve diversas bandas que atuaram no cenário das grandes gravadoras, mas como a popularidade do visual kei começava a diminuir rapidamente, também houve diversas bandas que duraram pouco tempo. Também há bandas que continuaram atuando mesmo após a queda da popularidade do visual rock, tais como Rouage, Laputa e Fanatic Crisis.
Há diversas bandas que se aproximam dos gêneros kotevi e kurofuku kei, mas em relação à música, os grupos costumam desenvolver sonoridades próprias. A tendência de pessoas de Nagoya não simpatizarem com pessoas da região de Kanto, particularmente da cidade de Tóquio, teria feito com que essas bandas atuassem próximas uma das outras, o que pode ter contribuído para um ambiente mais fechado, onde as características peculiares desse estilo puderam tomar forma.
Segundo o site JmusicEuropa, o Nagoya kei tem três gerações: a primeira (até 1997), representada por bandas como Kuroyume, Rouage e Silver Rose, a segunda (1997 até 2002), representada por bandas como Deadman, Blast, Berry e Gullet, e a terceira (2003 até atualmente), representada por bandas como Lynch., Unsra W e DeathGaze. Em entrevista ao site JmusicEuropa, Reo, guitarrista do Lynch e ex-guitarrista do Gullet, tenta explicar o motivo da criação de um rótulo do movimento visual kei exclusivo para Nagoya: "Eu acho que a conexão entre seniores, juniores e colegas é mais forte do que em outras regiões. Nós sempre assistimos a shows de nossos colegas, seniores e juniores, então somos influenciados por eles, naturalmente. Das pessoas a nossa volta, temos um ar peculiar, eu acho. (…) Somos influenciados no modo de pensar e vários outros aspectos além da música, então parecemos similares nisso para bandas de outras regiões, eu acho. Nagoya tem uma população menor do que as de Tóquio ou Osaka, então a cena musical é bem condensada. (…) Eu acho que a influência da primeira geração de bandas obscuras e bacanas como Kuroyume e Rouage ainda está presente hoje."


ROUAGE NAGOYA KEI

.•¤ANGURA KEI E EROGURO¤•.


"Angura" é uma palava japonesa equivalente à inglesa "underground", um termo que designa manifestações alternativas e de pouca exposição na mídia. O conceito do angura kei foi aplicado primeiro nos teatros japoneses nos anos 1960 e depois em outras formas de arte, como pintura e música. A intenção era criar algo unicamente japonês, uma contracultura, se opondo à invasão cultural estadunidense—que começou após a Segunda Guerra Mundial.
Desde o início dos anos 1990, a música angura kei vem conquistando restrita popularidade no Japão, sem perder seus conceitos de contra-cultura—um rock despretencioso, misturado com cultura nipônica. Um famoso exemplo de angura kei é a banda INUGAMI CIRCUS DAN, formada por três homens e tendo no vocal uma mulher, algo incomum no visual kei.
A palavra "eroguro" é uma mistura adaptada para o japonês das palavras "erotic" ("erótico" em inglês) e "grotesque" ("grotesco" em inglês). O termo "eroguro kei" vem do movimento "eroguro nonsense", estilo artístico criado no Japão por volta de 1920, expressado através da literatura, artes visuais e, no final dos anos 1980, na música, principalmente no movimento visual kei. Temas decorrentes do eroguro kei são representações decadentes de sexualidade, horror chocante e humor sádico, embora isto não seja uma regra (vide próximo parágrafo).
Um grupo reconhecido como pertencente ao eroguro kei é o extinto Cali≠gari. Seu single "Kimi ga Saku Yama" (de 2000) tinha como tema a necrofilia. O CD trazia estampado o resultado de uma pesquisa feita com cem estudantes colegiais: "Você gosta de necrofilia?" -- 42% responderam "não", 29% responderam "sim", 19% ficaram indecisos e 10% não responderam.
Uma banda que assume claramente o rótulo de eroguro kei é Merry, que teve algumas capas de discos criadas pelo renomado quadrinhista eroguro Suehiro Marou.
Estas definições de angura kei e eroguro kei não são definitivas ou absolutas. As informações sobre os assuntos disponíveis em idiomas ocidentais são escassas ou, em muitos casos, de baixa confiabilidade, por serem textos que freqüentemente expressam as visões pessoais de fãs. Algumas vezes, é difícil definir até mesmo se uma banda é na verdade eroguro ou angura.MUCC é um grupo associado por muitos fãs ao eroguro kei, embora não haja evidências de que algum trabalho do MUCC encaixe-se em tal rótulo. Outros exemplos de bandas associadas ao angura kei e/ou ao eroguro kei são Guruguru Eigakan e Dagashi Kashi.


INUGAMI CIRCUS DAN ANGURA KEI


MARRY EROGURU KEI

.•¤EX BANDAS VISUAL KEI¤•.


É muito comum que, com o passar do tempo, bandas visuais adotem uma imagem menos elaborada das que as caracterizaram como uma banda de visual kei, freqüentemente realizando mudanças também em seu som e no seu comportamento no palco. Existe controvérsia dos fãs entre si e entre os veículos da mídia, também entre si, de quando uma banda ou um artista deixam de participar do movimento visual kei.
Um caso clássico desta controvérsia é o do grupo Dir En Grey. Um dos maiores representantes do visual kei no final da década de 1990 e no início da de 2000, a banda atualmente se apresenta trajando roupas como camisetas e calças jeans comuns e tocando um som com influências de rock e metal pesados ocidentais. No entanto, mesmo após a mudança, alguns textos continuam referindo-se a eles como banda visual.
Em outros casos, pode haver confusão gerada pelas próprias atitudes, trabalhos e declarações de um artista. O cantor Gackt foi vocalista da banda visual Malice Mizer. Quando iniciou sua carreira solo, adotou um visual bem mais casual, abandonando a maquiagem pesada e cabelos excêntricos e usando roupas menos trabalhadas. Além disso, sua música não possui características semelhantes com os sons clássicos do visual kei dos anos 1990, tampouco com os sons de bandas mais recentes que se inspiram nos mesmos. Apesar de tudo, Gackt considera-se um artista de visual kei.


.•¤VISUAL KEI NO BRASIL¤•.


No Brasil, existem vários fãs de visual kei que, além do visual rock, se interessam também por outras formas de rock japonês. Em 2006, o evento J's Fest II (Japan Song Fest II) atraiu 1.500 visitantes ao Circo Voador, no Rio de Janeiro, que prestigiaram, entre outras atrações, bandas nacionais inspiradas por artistas do visual kei e do j-rock. Diversos eventos de natureza semelhante ocorrem em diversas regiões do país freqüentemente.
O primeiro show de visual kei do Brasil foi anunciado com as bandas Charlotte e Hime Ichigo, em um evento chamado J-Rock Rio, previsto para acontecer no Rio de Janeiro no dia 5 de agosto de 2007. Porém, o festival foi cancelado por problemas de organização que incluíam o desconhecimento da existência do evento por parte da casa anunciada como local para os shows, o Scala Rio. Até mesmo as bandas que viriam para se apresentar não foram avisadas do cancelamento do J-Rock Rio. Algumas semanas depois, a Yamato Comunicações e Eventos anunciou uma parceria com o site JaME Brasil (Jmusic America - Brasil) para produzir um show do Charlotte em São Paulo e outro no Rio de Janeiro, ambos em novembro de 2007. Segundo números divulgados na comunidade "J-Rock ~ Visual Kei", no Orkut, por David Denis (membro da equipe da Yamato), compareceram no show de São Paulo cerca de 1100 pessoas e, no show do Rio de Janeiro, cerca de 600 pessoas.
Em maio de 2008, Miyavi realizou seus primeiros shows no Brasil, como parte de sua turnê mundial "THIS IZ THE JAPANESE KABUKI ROCK TOUR 2008". Inicialmente ocorreria apenas uma apresentação no dia 24/05 em São Paulo. Com o esgotamento de todos os 1400 ingressos disponíveis apenas dois dias depois do início das vendas, um segundo show foi marcado no dia 23/05. O evento—mais uma vez fruto de uma parceria entre Yamato e JaME—foi coberto por grandes veículos da mídia nacional como os canais de televisão Globo, Record e MTV Brasil e o jornal O Estado de São Paulo.
A Banda Kagrra Passou por aqui também pela Yamato numa apresentação Unica no Anime Friends no dia 12 de julho de 2009 onde estima-se que mais de 4 mil pessoas assistiram ao Show e onde alguns fãs tiveram a oportunidade unica de conhecer os Integrantes da banda.
Em uma segunda visita ao Pais Miyavi veio no dia 13 de Outubro de 2009 onde fez mais um fantastico show pela Turne "Neo Tokyo Samurai Black".
Em 2010, para ser mais exata no dia 04/06/2010, Apresentaram-se no Brasil uma das mais belas bandas de JRock da Taualidade "Versailles".
Espera-se para o ano que vem muitas outras bandas.
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Creditos: Wikipédia + Meninas Otaku blog e mais uma pá de blogs que não lembro o nome hum/
Tradução por Meiry (thanks amoure)and me XD
Eu sei que ta enormeeeeeeeeee masssssss é cultura neah meu povo XD
garanto que vale a pena ler e se interar mais sobre a historia do Rock no japão.
garanto que não começo só por que os caras queriam ser bizarros ou se vestir de mulher XD
E me deu um trampo do capeta organizar isso >.<

Um pouco do rock ( era para ter postado isso no dia 13/07)

Rock é um termo abrangente que define o gênero musical popular que se desenvolveu durante e após a década de 1950. Suas raízes se encontram no rock and roll e no rockabilly que emergiu e se definiu nos Estados Unidos da América no final dos anos quarenta e início dos cinquenta, que evoluiu do blues, da música country e do rhythm and blues, entre outras influências musicais que ainda incluem o folk, o jazz e a música clássica. Todas estas influências combinadas em uma simples estrutura musical baseada no blues que era "rápida, dançável e pegajosa".

No final das década de 1960 e início dos anos setenta, o rock desenvolveu diferentes subgêneros. Quando foi misturado com a folk music ou com o blues ou com o jazz, nasceram o folk rock, o blues-rock e o jazz-rock respectivamente. Na década de 1970, o rock incorporou influências de gêneros como a soul music, o funk e de diversos ritmos de países latino-americanos. Ainda naquela década, o rock gerou uma série de outros subgêneros, tais como o soft rock, o glam rock, o heavy metal, o hard rock, o rock progressivo e o punk rock. Já nos anos oitenta, os subgêneros que surgiram foram a New Wave, o punk hardcore e rock alternativo. E na década de 1990, os sub-gêneros criados foram o grunge, o britpop, o indie rock e o nu metal.

O som do rock muitas vezes gira em torno da guitarra elétrica ou do violão e utiliza um forte backbeat (contratempo) estabelecido pelo ritmo do baixo elétrico, da bateria, do teclado, e outros instrumentos como órgão, piano, ou, desde a década de 1970, sintetizadores digitais. Junto com a guitarra ou teclado, o saxofone e a gaita (estilo blues) são por vezes utilizados como instrumentos solo. Em sua "forma pura", o rock "tem três acordes, um forte e insistente contratempo e uma melodia cativante".

A maioria dos grupos de rock são constituídos por um vocalista, um guitarrista, um baixista e um baterista, formando um quarteto. Alguns grupos omitem uma ou mais destas funções e/ou utilizam um vocalista que toca um instrumento enquanto canta, às vezes formando um trio ou duo; outros ainda adicionam outros músicos, como um ou dois guitarristas e/ou tecladista. Mais raramente, os grupos também utilizam saxofonistas ou trompetistas e até instrumentos como violinos com cordas ou cellos.

Rock psicodélico

A música psicodélica surgiu dentro da cena folk, quando o grupo The Holy Modal Rounders popularizou o termo em 1964. Com um conhecimento adquirido que incluía as músicas folk e jug band, grupos como Grateful Dead e Big Brother & The Holding Company fizeram fama neste sub-gênero. O auditório The Fillmore, em San Francisco, foi um dos principais palcos para grupos - originalmente de jug band - como o Country Joe and the Fish e Jefferson Airplane. Em outra parte, enquanto o grupo The Byrds emplacava o hit "Eight Miles High", a banda The 13th Floor Elevators batizava seu disco com o nome "The Psychedelic Sounds of the 13th Floor Elevators". A música ficava cada vez mais associada à oposição à Guerra no Vietnã.

Na Inglaterra, o grupo Pink Floyd vinha desenvolvendo desde 1965 o rock psicodélico dentro da cultura underground local. Em 1966, surgiu a banda Soft Machine o cantor Donovan emplacou "Sunshine Superman", canção influenciada pela folk music, que se tornou uma das primeiros gravações pop psicodélicas. Em agosto daquele ano, os Beatles lançaram Revolver, álbum caracterizado pela psicodelia nas faixas "Tomorrow Never Knows" e "Yellow Submarine", assim como a memorável capa do disco. Ao mesmo tempo, nos EUA, os Beach Boys "respondiam" com o LP Pet Sounds. A partir de uma bagagem cultural blues rock, o grupo Cream estreou em dezembro e Jimi Hendrix fazia sucesso em terras britânicas antes de retornar para o solo norte-americano.

A cena psicodélica verdadeiramente engatou em 1967 com os lançamentos de LPs como Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, dos Beatles, e Their Satanic Majesties Request, dos Stones, além dos álbuns homônimos de est

réia das bandas The Doors e Jefferson Airplane. Com o Verão do Amor atingindo seu pico, o Festival Pop de Monterey destacou as performances de Jefferson Airplane e apresentou Janis Joplin e Jimi Hendrix. O auge desta tendência de grandes festivais de rock foi o Festival de Woodstock, em 1969. Bandas da cultura Paisley Underground de Los Angeles também se destacaram neste cenário pós-final de década.

Rock progressivo

As bandas de rock progressivo foram além das fórmulas estabelecidas dentro do rock e passaram a experimentar diferentes instrumentos, tipos de canções e formas musicais. Algumas bandas como Beatles, Eric Burdon & The Animals,The Doors, Pink Floyd, Moody Blues e Procol Harum experimentaram novos instrumentos que incluindo seções com instrumentos de sopro e orquestras. Muitas dessas bandas caminharam das convencionais canções de três minutos em direção a composições mais longas, com acordes cada vez mais sofisticados. Inspirados em artistas daquela época, os "proto-prog", novas bandas surgiram e criavam seu próprio gênero, inicialmente baseado no Reino Unido, depois do lançamento do disco de estréia do grupo King Crimson, em 1969, chamado "In the Court of the Crimson King".

As bandas de rock progressivo tomavam emprestado idéias musicais da música clássica, do jazz, da música eletrônica e da música experimental. Suas canções variavam de umas belas e exuberantes melodias para atonais, dissonantes, e complexas harmonias. Poucos grupos atingiram grande sucesso comercial, mas muitos formaram uma legião de seguidores, entre os quais, Pink Floyd, Yes, Marillion, Rush, Jethro Tull, Genesis e alguns outros grupos menos notáveis que foram capazes de alavancar a complexidade de suas canções no bojo de sucesso convencionais, angariando um público maior.

Punk rock


A banda The Clash em concerto em 1980

As letras do punk rock são tipicamente francas e conflituosas em comparação com outros gêneros musicais populares e freqüentemente abordam questões sociais e políticas. Canções como "Career Opportunities", do Clash, e "Right to Work", do Chelsea, lidam com o desemprego e a dura realidade da vida urbana. Principalmente em seu início, o punk britânico tinha como objetivo central ultrajar e se chocar com sistema vigente. Clássicos dos Sex Pistols como "Anarchy in the UK" e "God Save the Queen" abertamente afrontavam o sistema político e os costumes sociais britânicos. "O punk foi uma completa revolta cultural. Foi uma grave confrontação com o lado obscuro da história e da cultura, com as fantasias da direita, com os tabus sexuais, uma investigação de maneira minuciosa que nunca havia sido feito antes por qualquer geração".

Contudo, outras temáticas comuns se manifestaram em representações anti-sentimentais dos relacionamentos e do sexo, exemplificada em "Love Comes in Spurts", da banda The Voidoids, ou ainda a anomia que se manifestou diversas vezes inspirados pelo "Blank Generation" ou na rudeza dos Ramones, como na letra "

Now I Wanna Sniff Some Glue". Outras vezes, muitas letras de punk rock tratam de assuntos já tradicionais dentro do rock, como o namoro, decepções amorosas e sair com alguém; a abordagem variava entre a falta de emoção e a simplicidade agressiva padrão dos Ramones, como em "I Wanna Be Your Boyfriend" , e um estilo mais sincero e sem ambiguidades de muitos grupos pop punks que surgiriam depois. Em 1976, os Ramones e os Sex Pistols realizaram uma turnê pelo Reino Unido, que inspirou o surgimento da primeira leva de bandas de punk britânicas, como The Clash, The Damned, The Buzzcocks e muitas outras através do princípio do "Faça você mesmo".

Quando os Sex Pistols excursionaram para os Estados Unidos América, eles difundiram sua música para a Costa Oeste - quando antes, o punk era um fenômeno basicamente da Costa Leste, em especial em New York e Washington DC - e deram impulso a grupos como Dead Kennedys, X, Fear, The Germs, Circle Jerks e Black Flag.

A partir da década de 1980, o punk rock evoluiu para muitos sub-gêneros. O primeiro deles é o movimento underground hardcore punk, nascido na América do Norte. O novo som era caracterizado inicialmente por tempos extremamente acelerados, canções curtas, letras baseadas no protesto político e social, revolta e frustrações individuais, cantadas de forma agressiva. Os principais expoentes desta vertente punk foram os gruposn Black Flag, Minor Threat e Bad Brains. Este estilo se fundiu com vários gêneros e sub-gêneros, alguns dos quais experimentaram sucesso comercial, como skate punk, hardcore melódico e metalcore.

Desde sua popularidade inicial na década de 1970 e interesse renovado surgido por uma reflorescimento na década de 1990, o punk rock continua sua luta para permanecer como uma forma underground de expressão anticorporativa. Este resultaram no surgimento de outros sub-gêneros, de menor apelo comercial, como D-beat (de bandas como Discharge), anarco-punk (de bandas como Crass, grindcore (de bandas como Napalm Death) e crustcore (de bandas como Doom, Amebix, Nausea e Behind Enemy Lines). Estes estilos permanecem amplamente desconhecidos para o grande público em geral e tendem a se concentrar em questões como anarquismo, freeganismo, direitos animais, sexismo e racismo.